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Notícias do Mundo de Lá

Meus queridos eleitores, Boas Festas!

Eu estava ali no limbo, sem saber se vou ou se fico, tentando me comunicar de alguma forma, quando percebi que meus companheiros estavam festejando o Natal num piquete de greve. Meu corpo nem esfriou ainda e eles já estão dando festas! Bom, mas eu jantei num lugar quente, com 300 bravos homens, e combinei com um chifrudo (que não era o Parkman) que me deixasse voltar a blogar.

Quando ele me devolveu de forma temporária meu corpo para que eu pudesse teclar, percebi que ainda estava com a camisa manchada do sangue e o furo de balas. Procurei pelo companheiro do Parkman, que atende pelo nome de Mohinder, já que ele é uma boa dona-de-casa e poderia me ajudar a tirar essa mancha e costurar minha camisa, mas então avistei minha bela Nikinha. Não sei se eu estava sonhando ou delirando ainda por causa da excessiva perda de sangue, ou se o fato de vir de um lugar quente se confundiu com o lugar onde ela foi vista da última vez, mas enfim… Ajeitei minhas calças de forma que ela olhasse para o meu cinto e não para a minha camisa furada e ensangüentada. Na minha visão, ela estava com aquele garotinho dela, mas eu sabia que ela precisava era de um homem. Arrumei-me como daquela outra vez:

cinto
.

Caminhei até lá e fui detido por um cara de óculos. Não, não era o Noah, era o Bob. Ele veio agradecer por eu tê-lo salvado do pai do Parkman e da injeção do vírus que a mesma Niki quase lhe deu. Eu disse “Tudo bem, bom te ver, mas não posso conversar agora, tenho que resgatar aquela loira sensual daquele menino antes que ele jogue chocolate nela toda. Se bem que eu teria uma forma interessante de resolver isso…”

O Bob disse que eu estava viajando em devaneios, que não tinha ninguém ali, e disse que – ‘para o bem maior’ – iria me transformar numa estátua dourada. E ele o fez. O bandido nem pra botar um espelho na minha frente para eu ver como ficou o design da minha mandíbula eternizada em ouro… Nem isso ele lembrou. Mas aí meu irmãozinho Peter apareceu e, sei-lá-como, reverteu a alquimia do cara com problemas capilares. E aqui estou eu de novo, perambulando enquanto tenho permissão, embora não como o zumbi acéfalo daquela latina estranha, e sim com toda a beleza de um perfeito “uomo” italiano…

Voltarei a lhes escrever.

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