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A caminho de mais um heroísmo

Meus amigos blogueiros:

Finalmente minha mãe abriu o jogo com relação ao Adam e à Companhia. E depois nos deixou ir atrás do meu irmão, eu e o Matt. Então voamos (quer dizer, eu voei e ele se pendurou nas minhas costas) para o Texas para salvar o mundo de novo, porque é isso o que faço. O Matt gritava feito uma moça o tempo todo do vôo. E nem me agradeceu a carona. Mesmo depois de ter me dado uma baita dor nas costas. Desgraça. E, pra completar, ainda me diz que minha mãe falou que ele podia matar o Peter. Depois, encontrei meu amiguinho japonês e o plano se fechou. E, pela segunda vez em um período de cinco meses, eu ajudei a salvar o mundo. Às vezes o Pete é meio devagar para captar as coisas, mas eu o amo assim mesmo. E ele foi bem rápido para agir depois que a ficha caiu.

Sim, não foi incrível como eu consegui mostrar a verdade a ele? Não é à toa que meus eleitores olhem para mim como um exemplo a ser seguido e minhas eleitoras como um… homem a ser seguido. Legal e ilícito ao mesmo tempo. Interessante isso, não é? Salvar o mundo foi bom e tudo o mais, mas o melhor para mim foi ver o Pete novamente. Ele sentia tanto a minha falta. Eu não sei como ele conseguiu ficar tanto tempo separado de mim. Ele que era todo choroso e emotivo… Mas, enfim, tudo diz respeito a sacrifícios, e eu sou generoso e humilde. E, no meio da reunião com o Pete, eu ainda consegui ter tempo para bolar um plano para não continuarmos mais a ser explorados pela antiga geração de heróis.

Por isso estou indo agora para uma conferência de imprensa, e vou expor nossa ‘espécie’ ao mundo. Eu me recuso a viver com medo do que poderia acontecer, então meus planos são os seguintes: passar um tempinho agradável com meu irmão na estação de polícia (não pensem que isso é estranho, é que somos italianos), dar um discurso (coisa que eu ADORO), ir encontrar a Niki (e ver se ela quer praticar um pouco de… er… tênis), depois talvez, não sei, ter uma conversinha com a mamma, quem sabe? Talvez já esteja na hora de se inverter os papéis aqui. Então, se eu quiser fazer logo isso tudo, melhor ir lá começar essa conferência. Já volto.

Ah, o cabelo que escolhi foi esse abaixo:

discurso final

Nate.

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Revisando.

Meus amigos,

Andei fazendo uma revisão das coisas que me aconteceram nos últimos tempos e venho compartilhar com vocês que tanto vêm me apoiado desde o início de minha batalha pelo bem-estar da população.

Sim, sei que comecei minha história com vocês tendo um dia ruim. Eu estava muito atrás nas pesquisas e resolvi parar num drive-thru para tomar café. A mulher do atendimento ficou tão enamorada de mim que derramou o café e me forçou a ir em casa trocar de roupa. Como já estava atrasado para chegar ao quartel eleitoral de campanha, resolvi “voar” para lá. Quando cheguei, havia várias mensagens para mim. Estremeci quando vi que uma era da polícia de NY. Liguei para o meu contato, imaginando se era encrenca com o Peter ou a mamãe, e acabou que desta vez era com ela. Corri até a DP e paguei a fiança dela por roubar em loja, DE NOVO. Eu perguntei o que havia de errado com ela que nunca sossegava, aí ela só balançou aquele cabelo dela pra cima – deve ser daí que o Peter puxou a franja dele – e riu como se eu tivesse dito algo engraçado. Saindo de lá, liguei para o pessoal da campanha. Claro que a imprensa já estava sabendo. Não sabia se conseguiria mais dinheiro com o Linderman para me ajudar a subir de posição – eu estava 4 pontos atrás naquele dia.

Quando volto ao trabalho, há uma mensagem de voz do Peter pedindo para encontrá-lo. Cheguei no local e não o vi. Não sabia o que fazer. Que ótimo. Mas, quando me virei para ir embora, fui atacado por… nada… digo, pelo Peter. O pentelho tinha aprendido a ficar invisível. Esperei que ele não ficasse dizendo isso por aí depois de ficar dizendo que voa. De novo, que ótimo. A eleição estava bem ali, minha mãe presa e o Peter desperdiçando meu tempo brincando de pique-esconde. Pensei: ‘Será que um dia ele vai crescer?’ Eu não me importaria de trocar de lugar com ele. Deve ser legal largar o emprego e ficar sonhando em salvar o mundo o dia todo. Além de dormir tarde, vagar sem destino, ficar lamentando tudo e deixar crescer um cabelo afeminado… hehehe. Mas, sinceramente, prefiro ser eu. Sou tão lindo que às vezes tenho vontade de beijar o espelho. Fora que um dia eu irei mandar, digo, governar este país.

Bem, tenho que ir agora, mas prometo continuar essa história depois. Lembrem-se que devemos sempre manter o nosso curso e objetivo e blá blá blá. E votem Petrelli.